Esse conteúdo é um oferecimento do whiskey Jameson.
É um crime, mas precisa ser dito: “Garçom”, do Reginal Rossi, não é uma música perfeita. O rei do brega comete um erro ao narrar o caso de desengano amoroso. A cena nunca aconteceria numa mesa, mas sim num balcão. É ali, no olho a olho com o responsável pela bebericagem, que a verdade fluí.
Claro, não é necessário estar na fossa para esse canto reservado do bar fazer sentido. Pelo contrário, assim como acolhem quem chega na pior, os melhores balcões também são amplificadores das good vibes — principalmente para quem não deseja ser incomodado. Por isso os bons bebedores os preferem.
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Ainda não tem um para chamar de seu? Cola nessa lista que fizemos com os cinco dos melhores balcões de São Paulo.
A Juriti

Quase sexagenário, o balcão d’A Juriti é instituição do Cambuci. Foto: Vinícius JPG/VICE
Quase sexagenário, o balcão d’A Juriti é daqueles de alumínio, um clássico onde o espaço para apoiar o cotovelo perde de longe para o dedicado as bandejas sem fim de tira gostos de inspiração portuguesa. Uma instituição do Cambuci, o boteco é carregado de história, e são histórias boas as que se ouvem da clientela fiel que se aglomera perto do bar.
End. Rua Amarante, 31 – Cambuci.
Boca de Ouro

O balcão é protagonista no Boca de Ouro. Foto: Facebook
No Boca de Ouro, o balcão é quase a única opção para sentar — são 16 lugares apenas. É apertado, a noite é disputada no ombro a ombro com os vizinhos, mas é justo essa proximidade que cria a magia do lugar. De quebra, rola de comer petiscos premiados (você já deve ter ouvido falar do bolovo da casa) e emendar um drink atrás do outro, entre os vários ótimos da casa estão o Macunaíma (cachaça, limão e Fernet), o Fitzgerald (gim, angostura e limão siciliano) e clássicos como o Old Fashioned (whiskey, angostura e laranja). Instalado numa casinha em Pinheiros, o bar também tem sinuca no andar de cima.
End. Rua Cônego Eugênio Leite, 1121 – Pinheiros.
Conceição Discos

O melhor lugar pra comer o arroz da Thalita Barros é no balcão. Foto: Facebook
Famoso pela variação de arrozes diários da chef Thalita Barros, o Conceição Discos, na Santa Cecília, é lugar bom tanto para comer quanto para beber (melhor mesmo é emendar as das atividades). O pão de queijo recheado de pernil desfiado, um queijo quente com cebola ou alguma nova invenção da chef vai bem entre umas e outras. E o melhor lugar para provar o rango — e tomar uns bons drinks — é no disputado balcão de fórmica da casa.
End. Rua Imaculada Conceição, 151 – Santa Cecília.
Kintaro

Kintaro, na Liberdade. Foto: Vinícius JPG/VICE
Um izakaya antes dos izakayas se popularizarem em Sâo Paulo, o Kintaro é um segredo espremido na Liberdade. Vá lá, não é um segredo tão bem guardado, vide a disputa pelo balcão do lugar. Além de diversos petiscos de origem japonesa e cerva gelada, o Kintaro tem uma coxinha responsa.
End. Rua Thomaz Gonzaga, 57 – Liberdade.
Kraut

Balcão minimalista do Kraut. Foto: Facebook
Se ainda não superou a Copa de 2014, o Kraut tem a caipirinha certa para você. Batizado 7×1, o drink leva steinhager, bebida típica alemã, país no qual o bar é inspirado. Mesmo com a arquitetura minimalista e quase fria do lugar, o balcão do Kraut é aconchegante.
End. Rua Barão de Tatuí, 405 – Santa Cecília.
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