É difícil subestimar o impacto que Ariel Pink teve no rock moderno. Longe de ser um iniciante, Pink (nascido Ariel Marcus Rosenberg) é um artista que se reinventa constantemente e produz uma mistura de surrealismo pop única na cena indie atual. Ele começou a gravar suas próprias músicas quando era adolescente na cidade de Los Angeles e garimpava vinis obsessivamente em lojas de disco locais. Aos 20 e poucos anos, Pink já havia se tornado uma figura cult.
Em seus três primeiros álbuns para o selo Paw Tracks, gerenciado pelo Animal Collective – The Doldrums, Worn Copy e House Arrest– o Pink desenvolveu um estilo próprio, uma mistura de referências abstratas tiradas dos últimos 30 anos da música pop. Apesar de apenas atrair um pequeno e leal grupo de fãs, os sons do Ariel Pink dos anos 2000 foram tão notáveis que se tornaram uma referência de estilo comum hoje em dia, canções estranhamente sinuosas surgem de um vapor de chiado de fita cassette, o melhor das estações AM dos anos 1970 saindo diretamente dos alto-falantes de um som de carro todo detonado.
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O Pink permaneceu em Los Angeles, colaborou com um grupo de músicos que incluía John Maus, Gary War e Tim Koh, do White Magic. Em 2008 ele formou sua virtuosa banda Haunted Graffiti. O grupo passou dois anos fazendo turnê ao lado de grandes nomes do indie como Vivian Girls e Chairlift, antes de lançarem o Before Today em 2010. O álbum tem um suave som de estúdio, um distanciamento da excentricidade lo-fi, que nesse ponto já havia sido mesclada ao chillwave. O novo material, assim como seus antigo, continua a chamar atenção para a estranheza evidente da música popular mainstream.
Para mais Ariel Pink’s Haunted Graffiti acesse Noisey.
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