Dois anos depois de Carly Rae Jepsen ter lançado sua obra-prima do pop, EMOTION, ela nos fez entrar em um buraco negro de faixas da era EMOTION que acabaram não entrando no disco, primeiro com o EP Side B, e depois com seu mais novo single “Cut to the Feeling”. Tudo o que essas músicas fizeram foi destilar ainda mais a sensibilidade eufórica de EMOTION. O objetivo do álbum era capturar o momento de agitação perfeito — algo não diluído e não adulterado, sem preocupação com a queda. É intencionalmente esmagador. Tem gosto de anfetamina e açúcar. É maior que a ansiedade e a leva a algo alegre. Depois de dois anos, a comprovação dessa tese está bem aqui em “Cut to the Feeling”. Na verdade, é o próprio título da música.
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