Música

O Bemônio abandonou a máscara, a cidade e a cólera

Vão foi o nome escolhido para preencher o vazio deixado pelo Bemônio nos últimos quase dois anos. Depois do lançamento de  Desgosto (2015) e da saída do baterista Gustavo Matos, o futuro incerto do grupo carioca ficara nas mãos de Eduardo Manso e Paulo Caetano, fundador do Bemônio, que voltou de uma viagem internacional e mudou-se para a serra do Rio de Janeiro. “Eu não sabia nem se ia voltar, pra ser sincero”, comenta Paulo, em entrevista por telefone. “Mas foi uma coisa meio que surgiu conversando com o Manso, o guitarrista. Ele me deu uma força, um estímulo. E acabou acontecendo o álbum.”

Leia o restante da matéria no THUMP.

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