O que ouvir e descobrir em Barcelos – Parte 1

EARTHLESS
Se vos fosse permitido ver apenas uma das bandas em palco, apenas uma de todos os quatro dias de festival, Earthless e as suas guitarradas abertas e desgarradas garantiriam uma festa inesquecível. Antecipamos desde já o crowdsurfing e o público a saltar de um movimento só, ao som frenético da banda de Mario Rubalcaba, Mike Eginton e 

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Isaiah Mitchell, este último irá actuar em triplicado no festival, uma vez com os Earthless, outra a solo, e outra ainda com os portugueses e enormes Black Bombaim, com quem já colaborou, e que fazem a dobradinha no que toca a colaborações em território barcelense, depois de no ano passado terem criado uma superbanda com os La La La Ressonance. CHELSEA WOLFE
bandas com Wolf no nome BOOGARINS
jinga que discutivelmente terá entrado na sua época dourada riffs FLAMINGODS
Antes de serem cadeiras, uma das piores disciplinas a que tive o desprazer de ter um 3 (em 5, puxado) chamava-se Geografia. Nunca atinei com o nível do mar, com a composição das montanhas, ou com a direcção do vento. Muito menos com a localização de cidades ou de países. Este background impressionante não me deixa portanto precisar onde raio fica o Bahrain ou qual a sua capital. Apenas sei desse país que serve de passado histórico e cultural dos Flamingods, apesar da banda se centralizar no frio do Reino Unido. Felizmente tirava notas melhores em Línguas (hehehe), o que me leva desde já a questionar, quieres  bailar conmigo ? PUTAN CLUB
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