Terminou ontem, em altíssimo estilo, o evento do The Creators Project Brasil 2011, que rolou desde a sexta passada no pavilhão da Bienal no parque Ibirapuera. Pena, que já tá dando saudadezinha. Parece que foi ontem que pegamos no colo essa nossa cria linda com a Intel, mas agora o menino tem que se jogar nesse mundão — tá saindo de São Paulo pra seguir pra Coreia do Sul e depois China. Lacrimejando e com lábios trêmulos, vamos guardar recordações.
Como da noite em que o Chairlift veio mostrar, pela primeira vez, músicas inéditas do próximo disco deles e fez mais completos os corações lá pulsando, seguindo a discotecagem animada do DJ Dubstrong e dos paulistanos do Database e sua mistura de indie-electro-french-blog-house-pop-etc — e agito.
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Ou daquele sábado chuvoso e triste — mas não pra jazz — que nosso filhote acolheu de portas abertas idosos, crianças, mães e desquitados e cadeirantes e quarterbacks fascinados pelas luzes do Muti Randolph, balada infinita do coletivo UVA, o gigante David Bowie dos anos 70 para o 2011, instalação/sessão de massagem dos brasileiros Rejane Cantoni e Leonardo Crescenti, painéis sobre processo criativo com o artista-gráfico Cisma e os caras da Casa da Cultura Digital e muitos filmes legendados e tudo.
E, principalmente, do domingo, que de novo tudo isso aconteceu, mas foi encerrado por uma transa muito animada do DJ set responsa do Tom Vek e Saam Farahmmand, Zegon e K-Salaam & Beatnick que precederam o grandessíssimo show do nosso lindinho Emicida, que serviu também como lançamento do novo EP dele, Doozicabraba e Revolução Silenciosa — cheio de gente muito, mas muito feliz.
XOXO. Seus lindo.
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