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O Rio Olímpico de Sama é um sonho de imagens ilustradas por canções

Dependendo do ponto de vista escolhido – e são várias as possibilidades – podemos ver o Rio de Janeiro como um sítio idílico. Sem dúvida que, ali, a natureza foi deveras generosa. Morros, florestas e um recorte de litoral num desenho de composição sem par… E também é uma das maiores cidades da América Latina… Com grande tradição histórica e com imensa projeção cultural. A cidade e os cariocas já foram cantados em versos por inúmeros artistas do Brasil e não só…

Tom Jobim, João Gilberto, Vinicius de Moraes, Chico Buarque, Elza Soares, Barry White, Fernanda Abreu, Fausto Fawcett, Gilberto Gil, Jorge Benjor e muitos outros… Neste projecto, quis provocar uma amálgama entre o ideal poético do Rio de Janeiro, representado por algumas canções, que vão desde as Marchinhas de Carnaval, passando pela Bossa Nova, o Pop, até ao Funk Carioca, que representa muito o cenário contemporâneo da cidade. O Rio, doa a quem doer, é tudo isto junto e misturado.

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“Sama nasceu numa montanha em Minas Gerais, mas cresceu em lugares perigosos como São Paulo e Rio de Janeiro… É o irmão mais novo de uma matilha de 8 canalhas… Não acredita muito na sorte, mas sobreviveu ao crime, ao exército e à família. Tem formação em teatro e jornalismo, mas prefere fazer cinema e BD. No seu trabalho é notório o interesse por política e sacanagem. É autor dos livros: “A Balada de Johnny Furacão”, “A Entrevista”, “Xmas Thing” , entre outros… É ainda o criador do “Motel Sama“, uma obra de teor erótico noir, que se desdobra em séries, filmes, etc… que realiza com a sua cúmplice, Luísa Sequeira. De há uns anos para cá tem vivido em Lilliput, na Europa como refugiado intelectual…”.

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